Programação, eletrónica e criação digital para crianças e adolescentes dos 5 aos 17 anos. Pequenos grupos, hardware real, projetos a sério. Em Viana do Castelo.
Cada nível foi desenhado para a faixa etária, com ferramentas, ritmo e linguagem adequados. Um(a) aluno(a) pode entrar aos 5 anos e progredir naturalmente até aos 17 — sempre na mesma escola, no mesmo ecossistema.
Primeiros passos no pensamento computacional através de jogos físicos, cartões e ScratchJr. Sem ler, sem stress — só descoberta.
Scratch 3 a sério: criação de jogos, animações e quizzes. Primeiros passos em Python com a tartaruga e Minecraft Pi.
Python a sério, eletrónica com GPIO, jogos em Pygame Zero e primeira página web. Projetos pessoais ambiciosos.
Programação profissional com Git, Pygame, Flask, testes automatizados. Track opcional de Inteligência Artificial.
Há centenas de cursos online que mostram como teclar instruções. O que fazemos aqui é diferente: construímos pensadores autónomos, capazes de criar — e críticos do que criam.
Cada criança trabalha com um Raspberry Pi real. LEDs, sensores, breadboards. Quando algo acende ou se mexe, é porque o programa dela funciona. Faz toda a diferença.
Cada trimestre culmina num projeto pessoal apresentado às famílias. Cartões de Natal, jogos, robôs, aplicações web. Algo que fica — não exercícios descartáveis.
Máximo 10 alunos por turma. O formador conhece cada criança pelo nome e pelo ritmo. Quem precisa de mais tempo tem mais tempo. Quem voa, voa.
A Coding Academy é o braço educativo da Valuedate — uma empresa de engenharia de dados, ciência de dados e desenvolvimento de produto com clientes reais a sério.
Os nossos formadores não são professores de manual: são profissionais que constroem pipelines, modelos e produtos digitais para clientes todos os dias. O que ensinamos aqui é o que de facto se usa lá fora.
E mais — quando faz sentido, abrimos as portas: ligamos alunos a casos de uso reais, a clientes reais, a problemas reais. Estágios, projectos pontuais, mentoria. Não ensinamos só. Damos acesso.
Conhecer a Valuedate ↗Quem dá aulas escreve código profissional para clientes pagantes. Não há distância entre o que se ensina e o que o mercado pede.
Os exemplos vêm de projectos verdadeiros: dashboards, APIs, modelos preditivos, produtos web. Não exercícios descartáveis — coisas com utilidade lá fora.
Aos alunos mais avançados, abrimos a porta: estágios, projectos pontuais, mentoria por profissionais ativos. A escola e a empresa moram na mesma casa.
As crianças que hoje têm 7 anos vão entrar no mercado de trabalho num mundo onde a Inteligência Artificial é tão omnipresente como hoje é o motor de busca.
Mas ensinar a usar IA passivamente — só copiar e colar respostas — é o equivalente moderno a deixar a criança ver televisão durante 4 horas.
Aqui, a IA entra como ferramenta de pensamento, não de atalho. Os alunos aprendem primeiro sem IA — para construírem fundamentos sólidos. Depois aprendem com IA — para se tornarem programadores autónomos e críticos.
de Literacia em IA: como funciona, como falar com ela, quando duvidar.
de IA aplicada: API da Claude, projetos integrados, ética profissional.
A IA deve abrir a zona do que o aluno consegue com ajuda — não automatizar o que ele já sabia.
Por isso, conceitos novos introduzem-se sempre primeiro sem IA. O esforço cognitivo é o que cria a aprendizagem. Só depois — quando a base está sólida — é que a IA entra como amplificador.
— Da nossa carta pedagógica sobre IA
Quando a minha filha começou, mal sabia abrir um computador. Hoje, aos 11 anos, mostra-me orgulhosamente o jogo que fez para o irmão.
Faz a tua pré-inscrição. Conhece o espaço, o formador e os Raspberry Pi. Sem compromisso, sem pressões.
Rua Exemplo, 123 · 4900-000 Viana do Castelo